Por que visitar Bruxelas
Bruxelas é uma daquelas cidades que se revela lentamente. Comece pela Grand Place, onde casas históricas ornamentadas e a Prefeitura Gótica cercam o que Victor Hugo chamou de a praça mais bonita do mundo — ainda mais quando o Tapete de Flores bienal a cobre com mais de meio milhão de begônias. De lá, uma curta caminhada leva ao icônico Manneken Pis (frequentemente vestido com fantasias sazonais — tem um guarda-roupa com mais de 1.000 peças), ao Palácio Real e aos murais de quadrinhos espalhados pela cidade velha, que apontam para a tradição belga na arte (Tintim, Lucky Luke, os Smurfs). O Atomium, construído para a Expo Mundial de 1958, ainda se ergue a 102 metros acima do distrito de Heysel. Além do cartão-postal, Bruxelas funciona como a capital de fato da UE, com o Parlamento Europeu e o Parlamentarium contando a história do período pós-guerra, e uma cena gastronômica que leva muito a sério suas waffles, fritas, mexilhões, chocolate (experimente Pierre Marcolini ou Mary) e cerveja trapista (a cervejaria lambic Cantillon ainda usa métodos tradicionais).