Por que se basear em Reykjavik
Reykjavík é a capital mais ao norte do mundo e uma das menores — com cerca de 140 mil habitantes, mas lar de dois terços da população total da Islândia. Apesar do tamanho, se destaca culturalmente: o país produz mais escritores, músicos e livros per capita do que quase qualquer lugar na Terra. A icônica Hallgrímskirkja, a imponente igreja de concreto inspirada no basalto, com 74 m de altura, no topo da cidade (projetada para lembrar as colunas de lava em degraus da Islândia), é a silhueta que define a cidade; pegue o elevador até a torre para um panorama das casas coloridas com telhados de lata que descem até o porto. Na orla, o Harpa é uma impressionante casa de shows de vidro hexagonal, obra da arquitetura pós-2008, e a escultura Sun Voyager, de Jón Gunnar Árnason (1990), é o ponto mais fotografado do Instagram na cidade. O imperdível Museu de Arte de Reykjavík, as exposições rotativas no Settlement Exhibition (uma casa longa viking escavada sob um hotel moderno) e o Museu Nacional contam a história local. A cena de bares e música de Reykjavík é excelente (experimente os shows ao vivo no Kaffi Mørð); a lagoa geotérmica Sky Lagoon, na periferia da cidade, é a concorrente urbana da Blue Lagoon; e toda a cidade é a melhor base de inverno para observar a aurora boreal enquanto se hospeda em um lugar de qualidade com ótima gastronomia.