Como funciona a cidadania de Hungria para portadores de DNV
O posicionamento honesto: o Cartão Branco da Hungria não conta para cidadania. O tempo no Cartão Branco é considerado estadia temporária fora do processo de fixação. Para cidadania húngara por naturalização, candidatos devem primeiro converter para outra permissão (emprego, família, investimento, estudo), acumular 3 anos de residência permanente e completar o total de 8 anos de residência.
Naturalização geral exige 8 anos de residência legal, proficiência em húngaro no nível A2 e teste constitucional básico de direito e história da Hungria. Prazos reduzidos aplicam-se a cônjuges de cidadãos húngaros (3 anos), apátridas reconhecidos e húngaros étnicos no exterior (1 ano para descendentes).
O húngaro é uma língua urálica, sem relação com línguas europeias vizinhas, com gramática aglutinativa complexa. Para não falantes, o nível A2 normalmente requer 12 a 18 meses de estudo dedicado. O estado oferece cursos de integração, mas matrícula e conclusão são responsabilidades do candidato.
A Hungria permite dupla cidadania segundo a Lei da Cidadania de 1993, o que é uma das vantagens estruturais para quem busca passaporte húngaro. Americanos, britânicos, canadenses e a maioria dos candidatos podem manter seus passaportes originais. Isso contrasta com Estônia e Croácia, que exigem renúncia.
Para candidatos por descendência (jure sanguinis), a cidadania está disponível após apenas 1 ano de residência e proficiência em húngaro. O estado húngaro tem política generosa para descendentes de húngaros no exterior, especialmente na Romênia, Eslováquia, Sérvia e Ucrânia. Para titulares do Cartão Branco sem herança húngara, o caminho baseado em residência é a única opção e exige conversão fora do Cartão Branco.